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Coletor de dados ou celular no galpão: o que compensa

Atualizado em 25 de setembro de 2026.

Todo WMS pede que alguém bipe a caixa. A pergunta que trava muita distribuidora é com o quê: comprar coletor de dados para cada conferente, ou usar o celular que a equipe já tem no bolso.

Quanto custa o coletor

Um coletor Android de entrada, como o Zebra TC22, sai por cerca de R$ 4.583 por aparelho. Com cinco pessoas no piso são mais de R$ 22 mil antes do primeiro bipe, fora capa, carregador, reposição do que cai no chão e o aparelho parado no conserto.

O que o celular faz no lugar

Quando o coletor ainda vale

Coletor dedicado tem leitor a laser, que lê de longe e muito rápido, e é feito para cair no chão e bipar o turno inteiro. Em operação de alto volume, com gente bipando sem parar o dia todo, ele se paga. Na distribuidora que recebe algumas cargas por dia e separa algumas centenas de pedidos, a câmera do celular dá conta, e o dinheiro do coletor fica no caixa.

Não é tudo ou nada: se o galpão já tem leitor dedicado, ele também serve no Kernos, ao lado dos celulares.

O que muda no dia a dia

O custo que pesa não é o aparelho, é o erro: o pedido que sai com o item trocado, o estoque do sistema que não bate com a prateleira e a venda perdida porque ninguém achou a caixa. Bipar na posição certa fecha esse ralo com o aparelho que já está no bolso.

O Kernos

É um WMS no celular para distribuidoras e atacados de Brasília, do DF e do entorno: recebimento, endereçamento e separação de pedidos com o celular da equipe, ao lado do ERP que a empresa já usa. Começa no mesmo dia.

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