Coletor de dados ou celular no galpão: o que compensa
Todo WMS pede que alguém bipe a caixa. A pergunta que trava muita distribuidora é com o quê: comprar coletor de dados para cada conferente, ou usar o celular que a equipe já tem no bolso.
Quanto custa o coletor
Um coletor Android de entrada, como o Zebra TC22, sai por cerca de R$ 4.583 por aparelho. Com cinco pessoas no piso são mais de R$ 22 mil antes do primeiro bipe, fora capa, carregador, reposição do que cai no chão e o aparelho parado no conserto.
O que o celular faz no lugar
- A câmera lê o código de barras do fabricante e o QR da etiqueta de posição.
- Roda no navegador: não tem aplicativo para instalar nem loja para aprovar.
- Sem sinal no fundo do galpão, as leituras ficam no celular e sobem quando a rede volta.
- O gestor manda o link da tarefa no WhatsApp, e o funcionário cai direto nela.
Quando o coletor ainda vale
Coletor dedicado tem leitor a laser, que lê de longe e muito rápido, e é feito para cair no chão e bipar o turno inteiro. Em operação de alto volume, com gente bipando sem parar o dia todo, ele se paga. Na distribuidora que recebe algumas cargas por dia e separa algumas centenas de pedidos, a câmera do celular dá conta, e o dinheiro do coletor fica no caixa.
Não é tudo ou nada: se o galpão já tem leitor dedicado, ele também serve no Kernos, ao lado dos celulares.
O que muda no dia a dia
O custo que pesa não é o aparelho, é o erro: o pedido que sai com o item trocado, o estoque do sistema que não bate com a prateleira e a venda perdida porque ninguém achou a caixa. Bipar na posição certa fecha esse ralo com o aparelho que já está no bolso.
O Kernos
É um WMS no celular para distribuidoras e atacados de Brasília, do DF e do entorno: recebimento, endereçamento e separação de pedidos com o celular da equipe, ao lado do ERP que a empresa já usa. Começa no mesmo dia.