WMS com IA: gerencie o galpão pelo ChatGPT ou pelo Claude
O gestor de uma distribuidora já conversa com o ChatGPT ou com o Claude para escrever e-mail e montar planilha. Com o Kernos, a mesma conversa chega ao galpão: a IA dele lê o estoque e as ordens do WMS e faz o trabalho de escritório que hoje toma a manhã.
Como a IA entra no WMS
Pelo MCP (Model Context Protocol), o padrão aberto que as IAs usam para falar com outros sistemas. O Kernos tem um servidor MCP: o gestor conecta a IA que já usa, e ela passa a enxergar o que ele enxerga no painel.
- Claude e Claude Code
- ChatGPT, nos planos Business, Enterprise e Edu
- Cursor
O que o gestor faz conversando
- Procura um produto pelo nome, pelo SKU ou pelo EAN, e diz onde cada unidade está: posição, lote e estado.
- Lista as ordens de serviço do galpão e abre uma nova, com produto, quantidade e posição, para a equipe executar no celular.
- Pede os relatórios do galpão sem abrir tela nenhuma.
- Cuida da equipe: convida quem chegou (com um link de entrada que vale 24 horas), muda o papel, desliga e religa.
O que a IA não faz
Não movimenta estoque. Receber, guardar e separar continua sendo bipado por gente, no piso, com o celular. E a IA age com o papel de quem a conectou: o que o papel do gestor não permite, a IA dele também não faz. Ninguém muda o próprio papel nem dá a outra pessoa um papel acima do seu.
Por que isso importa numa distribuidora
O WMS que só funciona dentro da própria tela exige alguém sentado olhando o painel. Com a IA conectada, o dono pergunta do celular, no meio da rua, e a resposta vem com os números do galpão, não com um palpite. O piso continua no Kernos, e o escritório passa a caber numa conversa.
O resto do Kernos
É um WMS no celular para distribuidoras e atacados de Brasília, do DF e do entorno: a equipe bipa com o próprio celular, sem comprar coletor de dados, ao lado do ERP que a empresa já usa. Cada pedido e cada posição têm um link para mandar no WhatsApp.